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Os textos sobre fitoterapia foram elaborados
por José Melo do Carmo
Terapeuta Holístico e Fitoterapeuta Formado pelo
Espaço Cultural Antônio Vieira
Registro CRT 36493
Tel.: (21) 2481-6185
Email: twinbeebr@yahoo.com
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Introdução
A fitoterapia (tratamento da saúde com ervas medicinais)
é uma das modalidades da medicina holística. Todos
os vegetais produzem uma série de substâncias químicas
durante o seu metabolismo. Entre estas, encontram-se substâncias
especiais que ajudam na adaptação das plantas ao meio
em que vivem, atuando contra agentes agressores, protegendo a planta
contra doenças e pragas. Essas substâncias, também
chamadas de princípios ativos naturais, podem ser aproveitados
na forma medicinal para tratar enfermidades e promover a saúde.
As plantas são usadas pelo homem desde o início dos
tempos para sua sobrevivência, saúde e bem estar. No
início do século 19, quando foram descobertos os primeiros
métodos de análise química, os cientistas aprenderam
a extrair e modificar os ingredientes ativos das plantas. Mais tarde
os químicos começaram a produzir suas proprias versões
dos componentes das plantas, iniciando, assim, a transição
de medicamentos naturais para sintéticos. Com o passar do
tempo, o uso de ervas medicinais foi largamente substituido pelos
medicamentos sintéticos.
O objetivo da medicina convencional é localizar a fonte
física da doença e, em seguida, removê-la. Por
exemplo, se um paciente tem uma infecção provavelmente
lhe será prescrito um antibiótico para matar a bacteria
invasora. Já os praticantes da "medicina holística"
acreditam que saude e doença envolvem uma complexa interação
entre fatores físicos, espirituais, mentais, emocionais,
genéticos, ambientais e sociais. Para tratar uma doença
ou promover a saude a medicina holística procura "tratar
a pessoa", levando em consideração todos esses
fatores.
Por uma série de motivos científicos, culturais e
políticos essa medicina passou a ser rotulada como "alternativa".
O mais correto seria deniminá-la de "complementar e
alternativa", como já ocorre nos Estados Unidos onde
ela é conhecida como CAM (Complementary and Alternative Medicine),
pois determinados procedimentos da "medicina convencional",
tais como certos exames e cirurgias, jamais poderão ser prescindidos.
Já medicamentos naturais e outras práticas holísticas
podem perfeitamente substituir medicamentos sintéticos e
também complementar ou integrar o tratamento convencional.
Atualmente verifica-se em todo o mundo uma volta às origens.
A "medicina holistica" vêm, a cada dia, conquistando
mais crédito junto aos usuários e às comunidades
científicas. A fitoterapia é recomendada pela ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DA SAUDE na prevenção e tratamento de doenças,
porque alia eficácia a um custo mais acessível e provoca
menos efeitos colaterais do que os medicamentos sintéticos.
Estas páginas têm como objetivo informar sobre como
podemos utilizar os recursos que a natureza nos disponibiliza para
a nossa saúde e bem estar. Os dados aqui contidos não
devem ser usados para diagnose ou tratamento nem para substituir
a orientação médica apropriada.
Próstata
Vista lateral (corte)
A próstata é um pequeno órgão glandular
situado logo abaixo da bexiga, atravessado pela uretra; tem o tamanho
de uma amêndoa, pesa, de acordo com a idade, cerca de 20 a
30 gramas (estima-se que a prostata cresça aproximadamente
0,4 gramas por ano a partir da idade dos 30) e mede entre 20 e 30
cc. Só os homens possuem próstata e o seu desenvolvimento
é estimulado pela testosterona, o hormônio sexual masculino
produzido pelos testículos. A função da prostata
é produzir uma substância que, juntamente com a secreção
da vesícula seminal e os espermatozóides produzidos
nos testículos, vai formar o sêmem ou esperma.
A tres principais doenças que acometem a próstata
são: Hiperplasia benigna da próstata (HBP),
Tumor maligno (Câncer) e Prostatite (inflamação
da próstata).
Hiperplasia Benigna da Próstata
(HBP)
É o aumento do volume da próstata, ou seja, crescimento
benigno. As causas ainda não estão bem determinadas.
Acredita-se que, a BHP é causada pelo acumulo de testosterona
na prostata. A testosterona é convertida em dihidrotestosterona
(DHT), a qual provoca uma multiplicação das células,
tendo como consequência o crescimento da próstata..
Ocorre dos 40 anos em diante, sendo mais comum a partir dos 60
anos. Atinge 50% dos homens aos 60 anos e 90% dos homens entre 70
e 80 anos. Nesta fase, tanto a prostatite quanto o câncer
costumam ocorrer e os sintomas são ausentes ou muito semelhantes
aos da HBP.
Um estudo feito no Brasil com pacientes de um hospital público
confirmou o resultado de pesquisas realizadas em diversas partes
do mundo indicando que o aumento do nível do PSA e o crescimento
da prostata tem uma relação direta com a idade.
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Volume gramas
|
Volume medio cc
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Idade média
|
PSA médio
|
|
> 30
|
21,99
|
60,96
|
1,58
|
|
30 - 39
|
34,32
|
63,77
|
2,05
|
|
40 - 49
|
47,44
|
65,70
|
3,97
|
|
> 60
|
97,50
|
68,00
|
6,19
|
Sintomas
O crescimento da próstata comprime a uretra prostática
determinando uma série de sintomas urinários. Os mais
comuns são: levantar-se várias vezes à noite
para urinar, ardência ao urinar, diminuição
da força e calibre do jato urinário, sensação
de não ter esvaziado completamente a bexiga após urinar,
urinar em dois tempos, desejo imperioso de urinar, aumento do número
de micções, urina sanguinolenta, gotejamento acentuado
no final da micção, diminuição do volume
ejaculado, incapacidade de urinar espontaneamente (retenção
urinária).
A HBP não tratada pode levar a sérias complicações:
retenção urinária (urina presa); infecção
urinária; cálculos (pedras) na bexiga; insuficiência
renal e descompensação da bexiga. A HPB, entretanto,
por si, não leva ao câncer de próstata.
Diagnose
Todo homem, a partir dos 40 anos deve fazer anualmente um exame
preventivo, pois é a única maneira de se detectar
tanto a HBP quanto o câncer em fase inicial e ainda curável.
Caso tal exame não venha sendo realizado regularmente, a
tabela abaixo indica o grau dos sintomas da HBP.
TABELA INTERNACIONAL DE SINTOMAS PROSTÁTICOS
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Nenhuma
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Menos de 1
vez em 5
|
Menos da me
tade das vezes
|
Metade das
vezes
|
Mais daaa metade
da vezes
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Quase sempre
|
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1.
Quantas vezes ficou a sensação de não esvaziar totalmente
a bexiga?
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0
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1
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2
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3
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4
|
5
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2.
Quantas vezes teve de urinar novamente menos de duas horas
após ter urinado?
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0
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1
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2
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3
|
4
|
5
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3.
Quantas vezes observou que, ao urinar, parou e recomeçou várias
vezes?
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0
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1
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2
|
3
|
4
|
5
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4.
Quantas vezes observou que foi difícil conter a urina?
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0
|
1
|
2
|
3
|
4
|
5
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5.
Quantas vezes observou que o jato urinário estava fraco?
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0
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1
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2
|
3
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4
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5
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6.
Quantas vezes teve de fazer força para começar a urinar?
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0
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1
|
2
|
3
|
4
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5
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7.
Quantas vezes, em média, teve de se levantar á noite para
urinar?
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0
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1
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2
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3
|
4
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5
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Subtotais
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Total
geral
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Sintomas (total de pontos)
0 a 7 - leve (porém não deixe de fazer os exames
preventivos)
8 a 19 - moderado: é conveniente submeter-se logo a exames
para melhor avaliação
20 ou mais - grave: procure imediatamente um urologista
Diversos testes ajudarão o urologista a identificar e avaliar
o problema, sendo mais comuns os seguintes (vide mais informações
no capítulo da prevenção):
Toque retal
O toque retal é realizado pela introdução
do dedo indicador do médico, lubrificado e enluvado, no ânus
do paciente; dura de 5 a 30 segundos, é relativamente indolor.
Esse exame fornece ao médico informações sobre
o tamanho e a condição geral da prostata.
Exame do PSA
O teste do antígeno prostático (PSA) é um
exame de sangue, feito em laboratório. Se o resultado mostrar
que o PSA está acima do normal, isso significa que está
havendo alterações na glândula e o médico
poderá recomendar outros exames para determinar a melhor
forma de tratamento.
Ultrasonografia (transretal ou abdominal)
Trata-se de um método não-invasivo que permite avaliar
o tamanho e a textura da próstata, resíduo urinário
na bexiga e outras alterações do trato urinário.
Tratamento Convencional
O tratamento convencional é escolhido de acordo com o caso
e inclui
Acompanhamento
Nos casos em que a prostata tenha sofrido apenas um pequeno aumento
de volume, pode-se optar por uma observação cuidadosa,
onde apenas se acompanha a evolução do caso através
de avaliações periódicas, já que, nesta
condição, em até um terço dos casos
os sintomas podem vir a desaparecer.
Medicamentos
Alfabloqueadores, (HYTRIN, CARDURAN, FLOMAX) que relaxam a musculatura
da prostata e facilitam a emissão da urina, porém
não resolvem o problema pois a próstata continua crescendo,
além de apresentar efeitos colaterais, tais como: dor de
cabeça, tonturas e cansaço.
Finasterida (PROSCAR, PROPECIA), que diminui parcialmente o tamanho
da prostata porém, por inibir a ação do hormônio
masculino, provoca uma diminuição do desejo sexual,
dificuldade em obter ereções e problemas ejaculatórios.
Procedimentos não cirúrgicos
Termoterapia transuretral por microondas em 1996 o FDA americano
aprovou um dispositivo chamado de Prostaton o qual utiliza microondas
para aquecer e destruir o excesso de tecido prostatico. O prostaton
envia, através de um cateter, microondas controladas por
computador para queimar partes selecionadas da prostata. Um sistema
de resfriamento protege o trato urinário durante o proceso.
Esse tratamento não cura a HBP, porém reduz os problemas
urinários, exceto no que diz respeito ao esvaziamento incompleto
da bexiga.
TUNA também aprovado pelo FDA em 1996. Esse sistema utiliza
agulhas para enviar energia de radiofrequencia de baixo nível
para uma região predeterminada da prostata. Um dispositivo
protege o trato urinário durante o procedimento. Esse sistema
melhora o fluxo urinário com menos efeitos colaterais do
que a RTUP.
Cirurgias
RTUP (ressecação transuretral da prostata) e EVAP
(eletrovaporização da prostata). Em ambos os casos,
introduz-se um tubo pela uretra e corta-se a prostata em pequenos
pedaços os quais são posteriormente aspirados (RTUP)
ou faz-se o corte a laser (EVAP).
Prostatectomia a ceu aberto. É uma cirurgia convencional,
a partir de um corte no baixo ventre; apresenta mais riscos que
a RTUP.
Todas as cirurgias para HBP não retiram completamente a
próstata; apenas o "miolo", deixando a cápsula
(casca) intacta, o que não garante a solução
definitiva dos problemas com a próstata, pois o câncer
pode se desenvolver a partir da cápsula. Além do mais
é comum a ocorrência de ejaculação retrógrada
após o tratamento cirúrgico da HBP; trata-se da não
expulsão do sêmen no momento do orgasmo, e sim misturado
com a urina no ato da micção. Vide mais informações
no tópico Cirurgia
Tratamento Alternativo/Complementar
Fitoterapia
As plantas medicinais vêm sendo casa vez mais usadas no tratamento
da HBP. Na Europa as terapêuticas de origem vegetal também
são amplas e uma grande parte dos tratamentos disponíveis
para HBP são fitoterápicos. Na Alemanha especificamente,
mais de 50% dos urologistas preferem agentes de origem vegetal em
lugar de produtos de origem sintética no tratamento de HPB
Os principais fitoterápicos utilizados no tratamento da
HBP são os seguintes:
Saw Palmetto e Urtiga O saw palmetto(Serenoa repens, Sabal Serrulata)
tem obtido destaque mundial no tratamento médico da Hiperplasia
Benigna da Próstata graças aos numerosos trabalhos
científicos realizados nos Estados Unidos e Europa, que comprovaram
sua eficácia e segurança. (1) (2) (3) (4) (5) (6)
O extrato do saw palmetto previne a conversão de testosterona
em dihidrotestosterona. Em diversos estudos o extrato de saw palmetto
se mostrou eficaz no tratamento da HBP, mais ainda que o medicamento
sintético finasterida (PROSCAR). Enquanto o PROSCAR leva
até um ano para fazer efeito, o saw palmetto apresentou melhores
resultados em um período muito mais curto. A maioria dos
pacientes começou a apresentar alívio dos sintomas
já no primeiro mês de tratamento com saw palmetto,
sem os efeitos colaterais normalmente acarretados pelo medicamento
sintético (queda de pressão arterial, dor de cabeça,
tonturas, fraqueza e distúrbios sexuais)
Estudos científicos indicam que a urtiga (urtica dioica),
em combinação com outras ervas, principalmente o saw
palmetto, pode ser um tratamento eficaz da HBP, aliviando os sintomas
urinários (redução do fluxo urinário,
esvaziamento incompleto da bexiga, gotejamento no final da micção,
aumento do número de micções etc). Estudos
feitos em laboratório demonstraram que a urtiga pode ser
comparada à finasterida na redução do crescimento
de células prostáticas. (1) (7)
Pygeum (Pygeum africanum) Análises químicas e estudos
farmacológicos indicam que o extrato do pygeum possui tres
categorias de princípios ativos: os fitosterois, inclusive
o beta-sitosterol, apresenta efeitos anti-inflamatórios ao
interferir com a formação de prostaglandinas pro-inflamatórias
que tendem a se acumular na prostata de homens com HBP; os terpenos
pentacíclicos apresentam efeitos anti-edema e descongestionante;
o ultimo grupo são esteroides que reduzem os níveis
do hormônio prolactina e também bloqueiam o colesterol
na próstata. (8) (9) (10) (11) (12)
Polen e Propolis Diversos estudos e testes comprovaram que o extrato
de polen tem efeito profilático no tratamento de adenomas
e inflamações da próstata. O pólen é
rico em hormônios vegetais e enzimas que atuam sobre a próstata.
Sabe-se que os hormônios vegetais não tem efeitos colaterais
e tem a surpreendente faculdade de regular as glândulas endócrinas.
(13) (14) (15) (16) (17) (18)
O Propolis contem mais de 200 compostos quimicos já idenificados.
Estes compostos possuem diversas atividades fisiológicas
já comprovadas cientificamente, tais como antimicrobiana,
antiinflamatória, antioxidante, antiviral e antitumoral.
A propolis reduz a inflamação crônica associada
à HBP.
Veja no link o depoimento de uma pessoa que controlou sua HBP com
o uso de propolis e polen http://igspot.ig.com.br/prostatasaudavel/
Uva ursi (Arctostaphylos uva-ursi) Esta erva medicinal não
atua diretamente na HBP mas combate as infecções das
vias urinárias normalmente decorrentes da HBP, cálculos
urinários e inflamações crônicas renais,
além de inflamações na boca, garganta, intestinos
e órgãos genitais, inflamações crônicas
da próstata e uretra, diarréias e disenterias, cistites
e catarros vesicais.
Prevenção
Embora não exista uma fórmula que possa garantir
que você não irá desenvolver HBP ou câncer
de próstata, você pode tomar algumas medidas que irão
reduzir o risco ou possivelmente atenuar o desenvolvimento da doença.
Vide no tópico sobre Prevenção.
Tumor Maligno da Próstata
(Câncer)
Câncer é uma doença caracterizada pelo crescimento
não controlado e a disseminação potencial de
células anormais. O corpo humano é costituido por
bilhões de células e, normalmente, as células
se reproduzem por divisão, o que possibilita o crescimento.
Ocasionalmente as células crescem de forma anormal, formando
uma massa que é chamada de tumor. Alguns tumores são
benignos, ou seja, não cancerosos. Outros são malignos,
cancerosos. A ocorrência de tumores benignos pode interferir
com as funções corporais porém, raramente trazem
risco de vida. Por outro lado, tumores malignos invadem e destroem
os tecidos normais Por um processo conhecido como metastese, as
células se despreendem do tumor e se espalham através
do sangue e dos nodulos linfáticos para outras partes do
corpo, onde formam novos tumores. Algumas vezes o cancer cresce
e se espalha rapidamente, outras vezes se desenvolve e se espalha
lentamente.
Como em outras partes do corpo, as células cancerosas podem
crescer dentro da próstata. Em alguns casos mais avançados
o cancer pode se espalhar para fora da prostata
O CÂNCER DA PRÓSTATA é uma doença que
pode surgir com o envelhecimento do homem, a partir dos 40 anos.
À medida que o homem vai envelhecendo, a incidência
dessa doença vai aumentando. Quanto mais cedo essa doença
atinge o indivíduo, mais grave ela será. Quanto mais
tarde se fizer o diagnóstico, mais difícil será
a cura. Nos Estados Unidos, é o câncer mais diagnosticado
em homens e a segunda causa principal de todas as mortes por câncer.
No Brasil, apesar das estatísticas não serem muitos
fiéis, já caminha para a primeira causa..
O câncer da próstata, quando avança, pode espalhar-se
pelo corpo (metástase), vindo a atingir outros órgãos,
e principalmente os ossos. Uma dor na coluna vertebral num indivíduo
na idade de risco pode ser até uma disseminação
do tumor. Pode também atingir as costelas, bacia, fêmures,
etc.; muitas vezes o indivíduo tem uma fratura espontânea
do fêmur, sem qualquer trauma, o que poderá ser uma
fratura patológica, provocada pela disseminação
do tumor.
A origem do cancer da prostata é desconhecida, entretanto,
presume-se que alguns fatores possam influenciar o seu desenvolvimento.
Fator genético, visto a incidência desta neoplasia
ser maior em familiares portadores da doença. A presença
de cancer da prostata em parentes do primeiro grau aumenta a probabilidade.
Fator étnico os homens da raça negra têm mais
predisposição para desenvolver câncer na próstata.
Nos Estados Unidos, onde as estatísticas são mais
confiáveis, os assim chamados afro-americanos apresentam
dua vezes mais riscos do que os homens de origem caucasiana
Fator hormonal o câncer de prostata regride de maneira significativa
com a supressão dos hormônios masculinos (por exemplo,
castração). Pesquisas feitas em ratos tratados cronicamente
com testosterona mostraram o desenvolvimento do câncer de
próstata nesses animais. A testosterona não é
indutora de câncer, entretanto, em homens já com a
neoplasia ou com predisposição, a testosterona estimularia
o seu crescimento. Por outro lado, o cancer da prostata não
ocorre em eunucos.
Fator dieta Dietas ricas em gordura predispõem ao câncer.
Levantamentos epidemiológicos em áreas geográficas
de maior incidência de cancer da prostata demonstrou que dietas
ricas em gordura aumentam os riscos de seu aparecimento.
Fator ambiental Populações de baixa incidência
de CANCER DA PROSTATA , quando migram para áreas de alta
incidência, apresentam um aumento na ocorrência de casos.
Fumaça de automóveis, cigarro, fertilizantes e outros
produtos químicos estão sob suspeita.
Sintomas
O grande problema é que, na maioria das vezes, o câncer
de próstata, na sua fase inicial, não apresenta nenhum
sintoma. Isto ressalta a necessidade imperiosa do exame preventivo
regular a partir dos 40 anos. Numa fase adiantada, começará
a obstruir a urina, como ocorre com o tumor benigno (HBP), mas o
tratamento curativo já é mais difícil. Pesquisas
já mostraram que em autópsias realizadas em 100 indivíduos
de 40 a 50 anos que vieram a falecer de várias causas, 4
deles eram portadores de câncer da próstata, sem nunca
terem se queixado de qualquer sintoma. O tumor maligno da próstata
pode estar associado ao tumor benigno, logo, os sintomas podem ser
os mesmos
Nos casos de cancer da prostata sintomático, pode ocorrer
dificuldade para urinar, jato urinário fraco, sensação
de não esvaziar bem a bexiga, ou seja, sintomas de obstrução
urinária Sangramento na urina pode ser uma queixa, embora
mais rara. Muitos desses sintomas são os mesmos da HBP A
pessoa pode manifestar dores ósseas como sinal de uma doença
mais avançada (metástases). Anemia, perda de peso,
adenopatias (ínguas) no pescoço e na região
inguinal podem também ser a primeira manifestação
da doença.
Diagnose
Todo o homem a partir dos 40 anos deve realizar o toque retal e
dosagem do PSA, principalmente aqueles que apresentam fatores de
risco conforme mencionado no item anterior, independentemente de
sintomas. Em caso de toque anormal e ou PSA elevado, o paciente
deverá ser submetido a uma ecografia transretal com biópsia
prostática. Os fragmentos obtidos serão levados ao
exame anátomo-patológico. Uma vez confirmado o diagnóstico,
o tumor deverá ser dimensionado. Isto significa que outros
exames deverão ser solicitados a fim de que se possa saber
se o tumor está confinado à próstata ou se
já invadiu órgãos adjacentes (bexiga, vesículas
seminais, reto) ou se já virou metástases. A cintilografia
óssea é o exame mais útil nessa fase e nos
dá informações quanto a metástases no
esqueleto. Outros exames eventualmente pedidos são: fosfatase
alcalina, tomografia computadorizada de abdômen, radiografias
de tórax, radiografias do esqueleto.
Um dos métodos para se dimensionar o tumor é conhecido
por Sistema A - D:
Nível A - Estágio inicial. O tumor está localizado
dentro da glândula prostática e não consegue
ainda ser detectato pelo exame de toque retal.
Nivel B - O tumor ainda está restrito à prostata
porém já se consegue detetá-lo no toque retal.
Nivel C - Estágio mais avançado. Indica que o cancer
já se espalhou para fora da prostata atingindo areas vizinhas
à mesma, porém, ainda não se espalhou para
outros orgaos. Esse estágio normalmente pode ser detectato
pelo exame de toque retal.
Nivel D - O câncer já se espalhou por orgaos vizinhos
e normalmente para areas mais distantes, tais como ossos e nódulos
linfáticos.
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Exame de
toque retal
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Nivel do PSA
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0-4 ng/ml
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4-10 ng/ml
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+ de 10 ng/ml
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Normal
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Baixo
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Medio
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Alto
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Anormal
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Médio
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Alto
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Alto
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Tratamento convencional
O tratamento do cancer da prostata é muito controverso pois
são muitas as variáveis: idade do paciente, níveis
do PSA, estágio do tumor, tipo histológico. Além
disso, deve-se discutir com o paciente as complicações
do tratamento.
Tanto a prostatectomia radical quanto a radioterapia podem deixar
o paciente impotente bem como incontinente urinário. O tratamento
com hormônios diminui a libido e causa impotência sexual.
Deve-se considerar também a idade do paciente na época
do diagnóstico e sua expectativa de vida sem a doença.
Pacientes muito idosos e com baixa expectativa de vida certamente
se beneficiarão com tratamentos menos agressivos.
De modo geral a linha de tratamento segue a seguinte orientação:
· Para os tumores localizados dentro da glândula,
a prostatectomia radical e a radioterapia são as primeiras
opções e consideradas curativas.
· Os tumores que avançam para fora da próstata,
mas sem evidência de metástases, são geralmente
tratados com radioterapia pois, neste caso, a simples retirada da
prostata não irá resolver o problema.
· Os tumores metastáticos são paliativamente
controlados com hormônios femininos, orquiectomia (retirada
dos testículos), drogas anti-androgênicas ou análogos
do LHRH (bloqueiam a produção de testosterona).
Problemas psicológicos e culturais fazem da retirada dos
testículos um tratamento indesejado. Outras formas de terapia
não têm apresentado bons resultados ou estão
ainda sob investigação, como é o caso da quimioterapia,
terapia genética e fatores do crescimento.
As expectativas com relação ao tratamento dependem
da extensão e grau histológico (grau de anormalidade
das células cancerosas quando comparadas com as células
normais), principalmente. Se o cancer da prostata é localizado
e se o paciente realizar uma prostatectomia radical, a sobrevida
em 10 anos pode atingir 90%, sendo equivalente à da população
normal. O índice de recorrência local após 5
anos é de 10% contra 40% da radioterapia. A radioterapia
utilizada no cancer da prostata localizado ou localmente avançado
(fora da próstata mas sem metástases) apresenta biópsias
positivas de 60 a 30% dos casos quando realizadas seis meses e dois
anos respectivamente após o tratamento.
Nos casos metastáticos, o tratamento é paliativo
e o prognóstico bem mais reservado.
Tratamento Alternativo/Complementar
Fitoterapia
Os principais fitoterápicos utilizados na estimulação
do sistema imunológico são:
Echinacea (Echinacea angustifolia) A Echinacea é um dos
mais conhecidos estimuladores do sistema imunológico. Ela
estimula as celulas brancas do sangue, as quais são responsáveis
pelo combate a infecções. Pesquisas indicaram que
a echinacea aumenta a atividade de uma celula branca específica,
os macrofagos. Descobriu-se que uma glicoproteina encontrada na
echinacea aumenta substancialmente a ação dos macrofacos
em provocar a morte de celulas cancerosas
A echinacea se comporta como um tônico, mantendo, dentro
de limites aceitáveis, a relação entre celulas
vermelhas e brancas no sague. Ela faz isto aumentando ou diminuindo
a quantida de celulas brancas, quando há desequilíbrio.
A echinacea parece aumentar a taxa de fagocitos, os quais são
responsáveis pela eliminação de residuos e
pelo aumento da destruição de substâncias estranhas
ao sangue.
Em 1978, pesquisadores na Alemanha descobriram que a echinacea
age de uma maneira similar ao interferon, quer estimulando a produção
de interferon ou adquirindo algumas de suas caracteristicas. Não
se descobriu como isto funciona, mas comprovou-se que funciona.
Ipê Roxo, Pau D'arco ou Lapacho (Tabebuia impetiginosa) É
grande estimulante do sistema imunológico. O ingrediente
ativo é o lapachol, um fitoquimico conhecido como naftaquinona
(fator-N). Um outro componente importante é a antraquinona
(fator-A). Contem também ingredientes como quercitina e outros
flavonoides, os quais contribuem para a eficácia no tratamento
de tumores e infecções. Acredita-se que esta erva
estimula a produção de celulas vermelhas do sangue
na medula ossea, o que aumenta a capacidade do sangue em transportar
oxigênio, com importantes implicações para a
saude dos tecidos através do corpo.
Graviola ( Annona Muricata) A Graviola tem uma historia rica e
antiga como erva medicinal. Desde 1940 , os cientistas descobriram
diversos compostos bioativos e fitoquimicos nas raízes, casca,
folhas, flores e sementes da Graviola . Estudos realizados desde
1976 em um programa comandado nos EUA pelo Instituto Nacional do
Câncer revelou propriedades citotoxicas muito ativas contra
células cancerígenas. Um dos estudos revelou que um
componente isolado da Graviola era citotoxico e levava à
cura do adenocarcinoma do cólon e que tinha função
quimioterapica 10000 vezes mais potente do que a adriamicina, uma
droga quimioterapica muito utilizada nestes casos. Mais adiante
em 1998, foram reafirmadas estas propriedades com 4 novos estudos
de propriedades fitoquimicas e anticancerigenas mais fortes. Entre
os vários estudos e aplicações ficou comprovado
a citotoxidade entre 6 tipos de células humanas e em especial
contra a adenocarcinoma da próstata (PC-3) e células
carcinoma pancreáticas (PACA-2)
Unha de Gato (Uncaria tomentosa) Conhecida por possuir alcalóides
patenteados e que estimulam o sistema imunologico a uncaria tomentosa
é utilizada ao redor do mundo como coadjuvante no tratamento
do cancer e também em outras doenças que causam impacto
negativo no sistema imunológico. (19).
Além desta atividade imunologica, outras propriedas anti-cancerigenas
tem sido documentadas como alcalóides e outros ingredientes
que compoem a Unha de Gato. Cinco destes anti-oxidantes alcalóides
estão documentados clinicamente com propriedades anti-lecucemicas
e demonstraram atividades anti-tumorais e propriedades antimutagenicas
(20)
Os relatórios observam também que pacientes que tomam
unha de gato junto com a terapia tradicional como quimioterapia
e radiação reportaram bem menos efeitos colaterais
(queda de cabelo, perda de peso, nauseas, problemas de pele e outros
efeitos secundários)
Suma (Pfaffia Paniculata) A Suma é conhecida no Brasil pelo
seu nome cientifico de Pfaffia Paniculata e também é
chamada de Ginseng Brasleiro. No âmbito popular é usada
como tônico, rejuvenescedor e energético. Em medicina
fitoterápica é considerada em todo o mundo como um
adaptogem. Para cientistas, pesquisadores e em livros e revistas
publicadas Suma é considerada um tônico para o sistema
cardiovascular, sistema nervoso, sistema reprodutivo, desordens
do sistema digestivo e hormonal, esterilidade e disfunção
sexual, arteriosclerose, diabetes, desordens digestivas, da circulação,
reumatismo e bronquite. O sistema imunológico é fortalecido
quando se toma Suma. Como suplemento nutricional a Suma contém
19 aminoacidos diferentes. Diversas publicações informam
que estudos avançados constataram sua utilidade na cura da
Leucemia e de Linfomas diversos.
Propolis O mais pesquisado e amplamente aceito atributo do propolis
é sua atividade imunológica. Vide mais informações
no tópico Prevenção.
Hipérico (Hypericum perforatum) Pelo menos 25% das pessoas
com cancer de prostata entram em depressão e muitos em um
estado quase permanente de ansiedade. O Hipérico tem uma
longa história no tratamento da ansiedade, insônia
e da depressão. Pesquisas médicas atuais demonstraram
que o hipérico é tão eficaz contra depressão
moderada e média quanto medicamentos antidepressivos sintéticos.
Entretanto, ao contrário desses medicamentos, os efeitos
colaterais do hipérico são raros e brandos. Estudos
clinicos demonstraram resultados significativos em sintomas de ansiedade,
apatia, insônia, anorexia, retardo psicomotor, melancolia
e sentimentos de depressão e de inutilidade. O Hipérico
tem um histórico excepcional de segurança em seu uso
na medicina popular. Ao contrário de medicamentos antidepressivos
sintéticos, não há nenhum registro de morte
pelo seu uso. Estudos monitorados em mais de 7000 pacientes confirmam
a sua segurança. O uso extensivo do Hipérico por milhões
de pessoas não registra nenhum caso de efeito colateral sério.
Não recomendado, porém, o uso concomitante com outros
antidepressivos, assim como por diabéticos e transplantados.
Prevenção
Embora não exista uma fórmula que possa garantir
que você não irá desenvolver HBP ou câncer
de próstata, você pode tomar algumas medidas que irão
reduzir o risco ou possivelmente atenuar o desenvolvimento da doença.
Vide tópico Prevenção
Dieta e suplementos
O êxito no tratamento de câncer, depende muito do estado
nutricional do paciente. Nesta fase, uma dieta equilibrada, rica
em determinados nutrientes, pode providenciar uma melhor qualidade
de vida, com possível redução dos efeitos colaterais
e melhor reabilitação. O paciente quando está
com câncer possui algumas particularidades: diminuição
da ingestão alimentar; diminuição da absorção;
alteração do metabolismo; diminuição
da função imunológica
Dessa maneira, a alimentação deve apresentar algumas
mudanças. Alguns alimentos são importantes para ajudar
no processo de eliminação de possíveis metais
pesados, que podem estar dentro das células prejudicando
sua função, tais como: alimentos ricos em aminoácidos
sulfurados como: feijão, alho e cebola; alimentos ricos em
selênio e vitamina E: castanha do pará e amêndoas.
Evitar a cafeína pois contém substâncias que
diminuem a absorção de nutrientes. A cafeína,
além de estar presente no café, aparece também
nos refrigerantes à base de cola, chá mate e preto
e chocolate.
É importante que a pessoa esteja bem hidratada, ingerindo
mais de 2 litros de água por dia; ingerir legumes, verduras
e frutas pois possuem enzimas digestivas e fitoelementos que aumentam
o poder dos antioxidantes naturais; utilizar iogurte natural com
mel; levedo de cerveja e alcachofra para a desintoxicação
do fígado (que fica sobrecarregado com a presença
das drogas específicas para a doença).
Assim como o tratamento quimioterápico ou radioterápico
aumenta muito a produção de radicais livres também
em células normais, diminuindo a imunidade, é importante
deixá-las com um bom sistema de defesa. Para aumentar as
defesas do organismo, alimentos ricos em vitaminas antioxidantes
(vitaminas E, C e Betacaroteno), são muito importantes.
Os nitritos e nitratos são substâncias químicas
colocadas em carnes (salsichas, lingüiças, salames,
embutidos, enlatados e defumados) para assegurar sua maior conservação
e melhorar sua aparência. Ao contato com aminas (presentes
nos alimentos) mais a acidez do estômago, os nitritos e nitratos,
se transformam em nitrosaminas, substância altamente cancerígena.
A vitamina C consegue "seqüestrar" estas nitrosaminas
e não deixa que elas causem danos ao organismo. Alimentos
ricos em glutamina (que renova as células da mucosa, aumentando
a absorção de zinco e selênio, promovendo maior
imunidade), arginina (que melhora a resposta imune de cicatrização),
nucleotídeos e ômega 3 e 6 (que diminui a desnutrição
e a anemia e diminui a atividade das citoquinas), são também
importantes.
Agendar sempre uma refeição grande no início
do dia, mais 5 a 6 pequenas refeições diárias
no decorrer do dia. Aumentar a ingestão de alimentos ricos
em vitamina B6, ácido pantotênico, ácido fólico,
vitamina A, E e C. Empregar maior quantidade de alimentos ricos
em betacaroteno. Beba suco de beterraba, cenoura, repolho roxo.
Beba também sucos de uva, cereja e maçã de
preferência pela manhã. Não usar suplementação
de ferro, o excesso de ferro pode diminuir a destruição
do câncer por macrófagos (células que ajudam
a regenerar os tecidos), mas é imprescindível corrigir
as anemias, quando necessário, de preferência com alimentos
ricos em ferro (carne vermelha) combinados com alimentos ricos em
vitamina C na mesma refeição. Tem sido sugerido o
aumento de alimentos ricos em aminoácidos de cadeia ramificada.
Todas as dietas anticâncer devem incluir grãos, nozes,
sementes, arroz integral, aveia, verduras crucíferas como
brócolis, couve flor, repolho e couve de bruxelas. Comer
alimentos ricos em germânio (alho, ginseng, cogumelo shitake,
cebola) Evite comer os seguintes alimentos: alimentos ricos em calorias
mas de pouco valor nutritivo, aliment |